jueves, agosto 31, 2006

O avesso do avesso

Ô destino traiçoeiro!
Como me tombas assim tõa ligeiro?
Com todo meu senso de razao
Ainda me pegas e me tiras o chao

Ô destino sera que realmente existe?
Perque as vezes me deixa tao triste?
Escreve umas linhas mas feliz na minha vida
Me mostra que ainda serei a querida

A razao me obriga a negar-te
Não me podes exiger enxergar-te
Sempre me vem o contrario do que anseio

Provando que não tenho força sobre minhas vontades
E que na vida minha cota é abrir mao sem receio
Mesmo que sinta felicidade.

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