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Pro mais que eu tente não consigo lhe tirar de dentro de mim
Aí vem as lagrimas e a esperança de te afogar no meu peito
Mas você insiste em me perturbar
Quando tudo isso vai ter final?
Será que um dia vai acabar?
E se ate lá eu não agüentar e acabar antes do “amor”?
Será que você vai perceber que foi tudo por você?
Minhas noites não dormidas, meus dias vazios, minha melancolia...
Todo meu desejo por seus beijos...
Minha alegria ao /te ver, ganhar seus abraços, perceber seu desejo...
Todo esse querer sufocado...
As pessoas não me entendem, nem eu consigo...
Por quê?Por quê? Jamais saberei responder...
Meu “amor” por que você é como uma pintura abstrata...
Às vezes penso que está escrito:tens que viver só.é muito dificil,complicado amar por doisás vezes creio que isso nem pode ser de verdade...A dor de descobrir mentiras, de ler declarações esplicitas de querer,tudo voltado pra alguém que não sou eu...será que algo só existe porque eu cismo de que tem que existir?talvez seja só uma fantazia, talvez ninguém fique mal se derepente acordare perceber que tudo só existia na mente...diabos seja a mente,lugar maldito onde se constroi coisas e pessoase onde também se destroi...queria de veras poder viver só... Só comigo e mais ninguém,seria perfeito.preciso de cuidados... só cuidar só dá carencia...
Meus oito anos Oh! Que saudade que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais Que amor, que sonhos, que flores Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras Debaixo dos laranjas! Casimiro de AbreuMeus oito anos Oh! Que saudade que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais Naquele quintal de terra Da rua São Antônio Debaixo da bananeira Sem nenhum laranjais! Oswald Andrade
Toco o seu corpo com o desejo de sentir milímetro por milímetro a sua pele.Vasculho-o com minhas mãos ávidas por colher o arrepio suavedos fios deugados que cobrem seu derma.Tento capturar todo o odor que exala, de maneira que não possa esquecer jamais.Seus desejos, diferentes dos meus, têm hora marcada e esse não é o momento.Posiciona-se inerte, não existe vontade de compartilhar suas energias...E os meus lábios que não entendem de manhas, desprezam suas razoes, se elas existem. Quedam-se sedentos pelos seus...Sou um ser vitima das minhas próprias contradições...Buscando a liberdade me atiro á prisão do meu coração.Onde a punição é desejar a todo o momento que seus olhos cruzem com os meus,A sentença: amar.
Ela dorme e espera pelo meu abraço.
Eu a acolho como se fosse frágil,
Ela só quer meu calor e se sentir segura.
Eu quero cuidar dela e sentir seu cheiro.
Penso como foi que a deixei tomar tanto espaço em mim.
No que ela pensa ás vezes queria saber...
com o que será que sonha neste momento?
Será que com um mundo do seu jeito?
Será que lembra que o resto do mndo existe?
A abraço e tudo parece perfeito,
o encaixe dos nossos corpos, o cheiro que exala,o calor que compartilhamos...
Ela só precisa de diversão para se sentir contente,Eu preciso que ela esteja presente pra me sentir gente.
Pergunto-me se isso pode ser amor realmente,mas a maior duvida é se o real existe(tudo é fruto da conveniência?).
Como jamais tive inclinação para o convencional, adoro esse nosso amor ás avessas,onde se quer sem querer,se liberta prendendo e vice-versa...
Onde no final das contas tudo que se quer é fazer a vontade do desejo e o maior medo é não poder compartilhar o coração...