jueves, agosto 24, 2006

"Numa moudura clara e simples sou aquilo que se vê..."

Quero aprender a caminhar sem olhar pra trás.
O que fica pra trás é o que não nos é importante.
Acreditar que ninguém, ou quem me importa nunca ira deixar de olhar pra seus próprios interesses pra olhar pra mim.
A não ser que o interesse seja eu, coisa que não ira durar muito tempo.
E que eu não devo permitir que ocorra, ser permanente pertence a poucos.
Ser permanente também pode significar algo não muito bom...
Se puder mudar e a mudança estiver dentro dos meus princípios (se eu os tiver, claro), mudarei.
Mas lembrando-me sempre que tem que ser algo do qual eu não me arrepender.
Não se pode voltar atrás ou ate mesmo do meio do caminho sem ter seqüelas.
Vejo que o mundo é injusto com todos e não sou a única pessoa que tem problemas .
Renego o espírito de vitima, tudo é por que eu permito que seja, se não, nada seria.
Sigo sempre o que me proporciona prazer, mas, não acredito que só isso seja o fundamental.
Posso sempre mais...
Estou aprendendo a lidar com a minha falta de interesse pelas pessoas e das pessoas por mim. Aprendendo a não me culpar por perder a fé em alguém, aceitando que se já não há mais surpresas é porque o conhecimento já chega em um ponto muito profundo.
Tentando me desapegar do velho, do quebrado, do remendado... Coisas novas dão vigor.
Tentando se apegara mim, mais que a qualquer outra pessoa.
Pessoas geralmente só causam desgaste, e no meio do caminho sempre vou encontrar alguém que por mais que eu faça,ainda assim ira me chamar de ingrata,sem nenhum direito.
E eu não entediarei e mesmo assim me faltara coragem de perguntar porque?Não medo da resposta,mas talvez medo de fazer com que alguém deixe de acreditar nas suas certezas,por mais que pra mim elas não existam...
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