
Bendita a primavera da vida, breve, cujo sopro tudo atravessa!
A forma desaparece,
Enquanto o ser para a vida desperta.
Gerações se sucedem
No esforço de evoluir;
Espécie produz espécie,
Em tempos que não tem fim:
Mundos inteiros se erguem e declinam!
Mergulha nos encantos da vida, ó flor,
Na aureola da primavera:
Louvando a bondade do eterno,
Aproveita tua curta existência.
Acrescenta a ela, criatura, também o teu óbulo; breve e hesitante,
Sopra, o quanto agüentares, a tua parcela de vida...
Ao dia do eterno!
Bjorndtjerme bjomson
Esse poema exprime totalmente o carpe diem.
De como a vida passa e um segundo tudo já é nada...
Como ás vezes nos a pegamos a momentos estupidos, Deixando as oportunidades passar.

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